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Indústrias do Paraná têm acesso a rede nacional de inovação

 

Este ano, o Brasil subiu três posições no Índice Global de Inovação (IGI). Está em 54º lugar entre os 132 países avaliados pela Organização Mundial de Propriedade Intelectual – aqui no Brasil, o IGI conta com o apoio da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Na avaliação da confederação, “os resultados demonstram a resiliência do setor empresarial brasileiro. Atualmente, o Brasil tem a 35ª economia com negócios mais sofisticados do mundo, apesar de as empresas brasileiras terem que conviver com instituições muito mal posicionadas no ranking, e com infraestrutura que figura apenas em 65º lugar”. O que falta para que esse ecossistema se consolide? “Cada vez mais as indústrias têm incorporado inovação em seus produtos e processos e a Rede Senai de Tecnologia e Inovação tem contribuído para fortalecer todo o ecossistema, especialmente com a missão de aumentar a competitividade industrial por meio de soluções integradas”, observa Lucas Nogara, gerente de negócio do Senai Tecnologia e Inovação (STI).

O STI faz parte da Rede Senai de Tecnologia, uma organização de atuação nacional voltada a pesquisa e desenvolvimento para o setor industrial. No Paraná, são oito institutos com competências distintas que vão da eletroquímica ao meio ambiente. Também fazem parte da estrutura o Habitat Senai, o HUB de Inteligência Artificial, o Centro de Mobilidade Elétrica e o recém-inaugurado Habitat Agro, que fica em Toledo. “Com estes ativos de inovação, conseguimos oferecer ao mercado soluções para aumentar a competitividade, não só no Paraná, mas no Brasil e até internacionalmente”, complementa Lucas.

Com uma área de atuação abrangente, o STI já consolidou parcerias com indústrias em projetos que estão no mercado. É o caso de uma pulseira inteligente desenvolvida em conjunto com a TRUEWORK, que coleta e armazena dados de pressão arterial, batimento cardíaco e temperatura corporal para monitorar a saúde dos colaboradores. A solução foi especialmente útil com a pandemia da covid-19, já que identifica sintomas correlatos à doença. O gerente de negócio da Fiep, Lucas Nogara, conta que a rede de institutos está sempre atenta às demandas do mercado: “A empresa pode vir até nós para tirar um projeto do papel, mas também recebemos demandas e vamos às empresas para propor trabalhos em conjunto”.

A maioria dos projetos desenvolvidos pelo Senai Tecnologia e Inovação acontecem a partir de linhas de fomento, com editais que disponibilizam recursos para as indústrias. Mas não é a única forma: “Os editais facilitam a execução, mas em empresas onde é necessário um desenvolvimento mais ágil, temos toda a infraestrutura para acelerar a inovação sem dependência de recursos externos”, pontua Lucas. O STI inclusive realiza chamadas internas, que são editais próprios com até 80% de fomento. Os números expressivos da rede mostram o potencial inovador da indústria paranaense: atualmente, mais de 130 projetos estão em execução, movimentando R$ 50 milhões. Ao todo, mais de 2.500 empresas já foram atendidas pelo Senai Tecnologia e Inovação.

Principais temas em inovação - Entre os temas que têm se destacado dentro do STI, a eletromobilidade, a energia e a inteligência artificial merecem atenção especial. E não é por acaso: o mercado brasileiro segue as tendências mundiais de inovação e uma delas é a descarbonização. Em 2021, a Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotivos (Anfavea) registrou um número de emplacamentos de veículos híbridos e elétricos três vezes maior do que em 2022. O Paraná tem um dos principais polos automotivos do Brasil e as demandas por novas tecnologias levaram à criação do Centro de Mobilidade Elétrica do Senai, onde, além dos projetos, são oferecidas consultorias para aumento da produtividade.

Em relação à parte de energia, o foco é na geração a partir de fontes renováveis, com baixa emissão de carbono. O tema traz ganhos institucionais para as empresas, que agregam valores ambientais aos negócios, e promove a autonomia para que as indústrias possam gerar energia para consumo próprio. O terceiro tema, a inteligência artificial, atende a praticamente todos os setores – de acordo com a CNI, 69% das indústrias brasileiras já utilizam alguma solução em IA e o objetivo do STI é tornar o assunto mais palpável às empresas do Paraná. “Queremos que as indústrias, de todos os portes, possam experimentar a inovação em suas rotinas”, completa o gerente do STI, Lucas Nogara.

Apoio completo - No Senai Paraná, as indústrias têm acompanhamento durante toda a jornada da inovação, com visitas de consultores especializados para avaliar as demandas, equipe técnica para apoiar a criação de projetos, orientações para busca de fomento, pesquisa, desenvolvimento técnico, testes de conceito e uma conexão ativa com toda a Rede Senai de Tecnologia e Inovação. “Estamos em um cenário de otimismo, com a retomada das atividades econômicas e com os novos desafios que a sociedade e a indústria têm nos demandado”, destaca Fabricio Lopes, gerente executivo de Tecnologia, Inovação e Responsabilidade Social do Sistema Fiep. Ainda de acordo com Fabrício, as indústrias que chegam ao STI encontram um valioso espaço de conexão. “Temos indústrias de cadeias diversas que, em outras oportunidades, não conseguiriam se conectar, como por exemplo, o agronegócio, a construção civil e o automotivo. Trazendo para o cenário das pequenas empresas, o ecossistema permite que elas percebam o valor da inovação para os negócios: toda iniciativa traz um ganho para os negócios”, encerra.

 

 
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