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NOTA À IMPRENSA - SIMP é contra projeto que quer taxar a produção de mandioca

NOTA À IMPRENSA - SIMP é contra projeto que quer taxar a produção de mandioca

A cadeia produtiva da mandioca ainda sofre com os efeitos da pandemia da Covid-19 e com os fenômenos climáticos (seca, vendaval, granizo e geada) registrados nos últimos dois anos e que impactou fortemente a produção da raiz, com queda de produtividade e renda, além de oportunizar o aparecimento de pragas e doenças. O setor vive um momento de baixa a oferta de matéria-prima.

Foi neste cenário que o Poder Executivo Estadual encaminhou à Assembleia Legislativa do Paraná projetos de lei que impacta toda a economia paranaense e taxa a produção agrícola, inclusive a mandioca, que é cultivada especialmente no Noroeste do Paraná, sobretudo por pequenos, micro produtores e nos assentamentos.

Esta região é a maior produtora de mandioca para fins industriais e nela está instalada a maior capacidade industrial de processamento da raiz, que vem atuando com grande ociosidade. Esta região é uma das mais pobres do Estado.

A taxação da produção de mandioca será um grande golpe no setor, que pode se inviabilizar, provocando fechamento de empresas e dispensa trabalhadores da indústria e do campo, em troca do que, proporcionalmente, é um pequeno valor para os cofres estaduais, mas significativo pra o setor.

Isto posto, o Sindicato das Indústrias de Mandioca do Paraná (SIMP) vem a público para manifestar total repúdio ao projeto de lei que pretende taxar a agropecuária paranaense e apela ao Governo do Estado para que referido projeto seja retirado do regime de urgência para uma ampla discussão e avaliar se vale a pena sacrificar o setor produtivo, que, deveria ser estimulado.

O SIMP apela também aos senhores deputados estaduais que, caso haja votação do projeto que ele seja rejeitado. Cálculos preliminares da Federação da Agricultura do Estado do Paraná indicam que o custo total desta taxação ficaria entre R$ 1,5 a R$ 2 bilhões, recurso que será retirado do agronegócio, que sofrerá enorme prejuízo.

 

Paranavaí, 22 de novembro de 2022

 

João Eduardo Pasquini

- Presidente -

 
 
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